Depois do Fórum Beja ter escrito que o mural dedicado a Catarina Eufémia constitui uma “ironia política simplesmente deliciosa: a câmara é, no papel, liderada pelo PSD pela primeira vez. Contudo, na prática e na distribuição de protagonismo da coligação, quem parece mandar e dominar a agenda cultural e política é o vereador do PCP”, o vereador Paulo Arsénio, do PS, considerou que o mural representa uma “opção ideológica demasiado forte e desatual”, deixando um recado ao executivo: que, no futuro, a fachada da Biblioteca ou da própria Câmara não venham a ter “Karl Marx ou Lenin devidamente desenhados”.
O presidente Palma Ferro (Beja Consegue) defendeu que “Não há tabus, não há coisas proibidas”, garantindo que se vai bater sempre para que cada um se possa expressar da forma que entender, independentemente de ser ou não do seu agrado pessoal.
A coincidência dos preconceitos ideológicos do PS e do Fórum Beja
PS e Fórum Beja usam mural pintado em Beja, em homenagem às mulheres alentejanas, com a figura de Catarina Eufémia, para pôr em causa solução governativa na CMB