Com o 25 de abril de 1974 e queda do poder marcelista, a Câmara Municipal (de Beja), constituída por José Cândido Cara Nova (Presidente); Marcelino Sobral (Vice-presidente) e os vogais Aloísio Modesto Marques Leal, José Guerreiro de Brito, Francisco José Marreiros Sevinato Pontes, Horácio de Carvalho Flores, Fernando Mira Barros e Joaquim André Sampaio, foi substituída por uma Comissão Administrativa, “eleita por voto secreto no dia 29 de maio de 1974”, presidida por José Carlos da Silva Reis Colaço (funcionário público) e os vereadores: Jorge José Pelica Moita (empregado bancário); Joaquim dos Santos Apóstolo Godinho (regente agrícola); Francisco José Camacho Campaniço (veterinário); João António Camacho Barriga (agente técnico); João da Silva Martins (empregado bancário) e Quirino José Catita (proprietário). Daqui.
A Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Beja - 1974 – 1976
as grandes manifestações populares mostram ao poder autárquico marcelista de Beja que algo de mais profundo está a acontecer, pelo que pedem a demissão