A presidente da Cáritas Diocesana de Beja, Teresa Tavares de Almeida, manifestou publicamente a sua preocupação com o impacto negativo da retórica populista, que está a espalhar o receio no seio das comunidades de imigrantes estabelecidas na região alentejana. Em declarações prestadas à Agência ECCLESIA e à Renascença, a responsável relembrou que a atração de força de trabalho externa deve ser acompanhada pelo respeito absoluto pelos direitos humanos. Segundo a dirigente, a sociedade não pode olhar para os migrantes apenas como recursos económicos, sendo imperativo assegurar um atendimento humanizado que salvaguarde a integridade e a dignidade de cada indivíduo. Daqui.
"a sociedade não pode olhar para os migrantes apenas como recursos económicos"