«Esta realidade exige mais do que respostas pontuais, exige uma mudança de paradigma e a construção de um novo modelo, um verdadeiro ecossistema de cuidados, capaz de articular família, comunidade, serviços sociais, saúde, autarquias e Estado, garantindo continuidade dos cuidados e qualidade de vida, sem que a institucionalização seja a resposta automática. Precisamos, urgentemente, de retirar os cuidadores informais da invisibilidade, reconhecer o seu papel, conhecer a dimensão e diversidade das suas necessidades, apoiá-los e garantir-lhes direitos. Não se trata apenas de uma questão de justiça social, é uma condição essencial para construirmos uma sociedade que cuida. Não podemos esperar pela morte ou incapacidade do cuidador para começar a pensar no futuro de quem dele depende.» Jose Carreira, aqui.
“Uma chamada à ação que não podemos ignorar”
“pais e outros cuidadores informais envelhecem enquanto cuidam de filhos adultos com deficiência e que vivem com a angústia de não saberem quem cuidará deles quando já não puderem"