Em Berlim, o Die Linke afirmou-se como a força mais votada, com mais de 25% dos votos, à frente da CDU, com pouco menos de 20% , da AfD, com 15,6%, e d' Os Verdes, com menos um ponto percentual, num resultado que deixa o futuro executivo de Berlim dependente de negociações entre vários partidos.
Em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, a AfD seguia na frente com 37,3% dos votos, contra 35,5% do Partido Social-Democrata (SPD), que governa o estado há 28 anos. Die Linke surgia em terceiro lugar, com 7,5%, enquanto a CDU de Merz se encontrava perto do limiar de 5% necessário para entrar no parlamento regional.
O chanceler Merz classificou os resultados das duas eleições como um "desastre".
Esquerda vence em Berlim e estrema-direita em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental
O Die Linke venceu as eleições em Berlim, enquanto a AfD venceu em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, num duplo revés para a CDU do chanceler alemão Friedrich Merz.